As religiões são vãs e inúteis

A trajetória da humanidade na Terra é marcada pela existência de um relacionamento com Deus, em que o ser humano passou ou passa por, pelo menos, duas de três possíveis condições: a condição humana original; a condição humana depois do pecado; e a condição humana depois da conversão a Jesus, as quais estão descritas resumidamente a seguir.

a) A condição humana original

O primeiro homem e a primeira mulher foram criados perfeitos, puros, ricos e belos, feitos à imagem e conforme a semelhança de Deus, e permaneceram nesse estado de perfeição por algum tempo, tendo pleno domínio sobre o reino terreno, vivendo em perfeito relacionamento e comunicação com Deus e dando passos divinamente orientados para a realização do primeiro casamento da história humana, o qual foi celebrado pelo próprio Deus. Eles também administraram o rico patrimônio (enxoval) que o Criador lhes concedeu: todo o planeta Terra com tudo o que nele existe. Assim, foi criado e dotado o primeiro casal na Terra. Entretanto, a soberania de Deus impunha-lhes limites, porque embora tivessem semelhança com o Criador, eles eram totalmente dependentes dEle, e viviam em submissão ao Senhor. Isso significa que, por algum tempo, que se desconhece quanto durou, viveu um casal completamente santo aqui na Terra, permanecendo em total submissão ao Criador.

b) A condição humana depois do pecado

Acontece que, algum tempo depois de casados, e antes de terem filhos, o primeiro homem e a primeira mulher desobedecerem aos ensinos de Deus e, tentando ir contra a soberania do Senhor, se rebelaram e se tornaram inimigos do Criador. Consequentemente, eles foram derrotados, ficando afastados do Senhor por causa dessa inimizade, a qual os expôs a se tornarem presas e reféns do diabo ou satanás (o inimigo de Deus e tentador deles), o qual os enganou e manipulou, levando-os a tomar uma decisão que ocasionou grave dano a eles mesmos e a todos os seres humanos, já que todos são seus descendentes.

A desobediência decorrente da rebelião deles os fez perder o relacionamento que tinham com Deus (porque se tornaram presas do diabo), o governo do reino que possuíam e a vida eterna, de forma que os seus descendentes já nascem como inimigos de Deus, tendo contra si uma sentença condenatória, passando, inclusive, a ter predisposição para a rebelião contra o Criador impressa no espírito, na alma e no corpo. Eles ficaram destituídos ou desligados do Criador, perdendo a Sua influência e os muitos benefícios que tinham a favor deles; porque Deus é Justo.

Nessa condição ficou todo ser humano que existiu, existe e existirá, ainda, sendo carente de libertação desde quando nasce da mãe, por causa da condenação decorrente da rebelião (pecado) do primeiro casal e da escravidão do diabo sob a qual vive, precisando ser salvo, necessitando do perdão pelas culpas decorrentes dos erros (pecados) cometidos pelos antepassados e pelos praticados por ele mesmo; assim, ao longo de toda a sua vida, toma atitudes que o incriminam como pecador, acumulando, por isso, culpas e sentenças de condenações, sem ter o perdão delas.

Dessa forma, todo ser humano nasce e cresce com dois limites impostos sobre si: a soberania de Deus, a qual não pode violar nem desobedecer e ficar impune; e a condição de derrota por causa da hereditariedade da semente de pecado, que o coloca em estado de fracasso e impotência para se salvar dessa situação com suas próprias forças, porque se tornou escravo do diabo e inimigo de Deus.

Se o ser humano não tomar a decisão de se converter a Jesus, a fim de que Deus aja perdoando a abençoando, continuará sob condenação e culpável para sempre. Vale salientar que a decisão de se reconciliar com o Senhor para ter a sua libertação garantida, deve ser tomada pelo ser humano enquanto estiver em vida aqui na Terra.

c) A condição humana após a conversão a Jesus

Se o ser humano já era dependente do Criador enquanto era perfeito, muito mais agora, por se encontrar num estado que só o Senhor pode mudar. E Ele quer, pode e sabe mudar para melhor a vida de todo aquele que queira e decida, porque a salvação do ser humano só poderá ser feita por alguém não humano com mais poder do que satanás. Esse alguém foi constituído por Deus como Salvador do mundo; esse alguém é Jesus, o Filho de Deus.

Para mudar a condição que todo ser humano passou a ter depois que ocorreu o primeiro pecado na Terra, é preciso acontecer um milagre o qual só Jesus pode realizar. Esse milagre muda radicalmente a condição do ser humano, transformando-o de inimigo de Deus em um filho de Deus através da decisão que toma de se reconciliar com o Criador, aceitando Jesus como seu Senhor e Salvador.

Portanto, há uma esperança, um Caminho que pode mudar a condição de pecador e condenado que tem todo ser humano ao nascer. Este Caminho é Jesus; basta aceitá-Lo e seguir com Ele e nEle.

Quando o ser humano decide se converter a Jesus, torna-se nova criatura, tendo, por isso, nova identidade a qual é caracterizada por SER: sal da Terra, luz do mundo, mais que vencedor, embaixador de Deus na Terra, dispenseiro dos mistérios de Deus, filho de Deus, irmão de Jesus etc. Ele passa a TER: poder de Deus, perdão de seus pecados, amor, alegria, paz, bondade, benignidade, mansidão, domínio próprio etc. Como filho de Deus, ele terá PODER, em nome de Jesus, para fazer milagres, vencer o diabo, ressuscitar mortos, curar doentes, fazer cegos verem, coxos andarem e muitos outros prodígios e maravilhas.

Nota-se que a natureza das mudanças feitas no ser humano transformando a sua condição de pecador para a de livre e salvo, bem como o perfil de perfeição exigido de alguém para poder realizar essas mudanças, nos evidenciam e revelam que é impossível serem efetuadas por algum membro de qualquer religião. Ou seja, nenhuma religião pode religar o ser humano a Deus nem mudar a condição na qual ele nasce.

Por José Albos Rodrigues

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